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Textinho complexo..., sem começo e sem fim... rs*
Por que nos preocupamos tanto com o que se passa ao nosso redor? Por que queremos sempre viver de uma menira que não é verdadeiramente nossa simplesmente para provar algo ao mundo?
Ninguém nos pediu explicações, não temos de provar nada, basta vivermos da melhor forma possível..., mas não conseguimos isso, vivemos mecanicamente sempre as mesma coisas, por mais que tudo pareça ser diferente, o início é sempre igual, é tudo a mesma coisa...! Não percebemos isso, e quando percebemos julgamos que essa é a melhor maneira de viver, porque desconhecemos o que opde vir de qualquer ato diferente, desconhecemos e por isso temos medo, não vivemos por medo de viver, e por esse medo nos tornamos seres monotonos e complicados, cheios de frustrações, culpando o mundo exterior que tanto queremos agradar mas quem jamais nos pede algo! Vivemos de maneira superficial, nos tornamos fúteis por medos, mas de uma maneira ou de outra é esse mesmo medo o que nos impulsiona, afinal nunca queremos ficar parados, estacionados num ponto da órbita sem nada viver, tentamos seguir em frente, mas por mais que tentemos sempre paramos e retornamor a fazer tudo mecanicamente, sem aventura, e não falo das coisas simples do dia-a-dia, do simples se arriscar em alguma aventura para se distrair, falo de uma aventura mais profunta, a aventura da própria vida, o se emcionar por estar vivendo cada segundo e fazer deste segundo tão simples algo realmente importante, é um segundo a mais, é algo a ser levado em consideração!
Temos de acordar desse sono inerte que nos cobre da beleza do mundo, vivemos cobertos por uma máscara, cada um tem uma máscara individual e no fim todos nós usamos a mesma márcara, temos o único intúito de participar de um coletivo, de algo completamente igual, somos todos diferentes, ams vivemos da mesma maneira vazia, e digo isso pensando bem no íntimo, no centro; aparentemente somos diferentes, mas comentemos os mesmo erros porque tentamos comenter os mesmo acertos..., queremos viver de uma maneira rotulada...
Posso parecer generalizar, mas ao mesmo tempo que não quero generalizar vejo isso como um todo, e com certeza me incluo nisso. vivemos de dois modos diferentes, um é aquele que diz respeito aos nossos pensamentos, e outro que fala de nossos atos; vivemos paralelamente dois mundo diferentes, pensamos algo mais "jamais" permitimo-nos agir de tal maneira porque não sabemos como isso será aceito e assim nos bloqueamos!!!
Pensamos, pensamos demais, e isso faz com que tudo pareça não ter sentido, mas é exatamente essa ausência desentido que faz toda a diferença, a essência de cada pensamento é única, e a maneira de agiar ante esse pensamento também tem de ser única. Precisamos nos aceitar como somos para daí então aceitar as diferenças que nos cercam, temos que descobri a nós mesmo para então entender-nos! A vontade de seguir adiante é um grande impulso, basta querer!
Parece que escrevi várias linhas sem nada dizer, mas é quase isso, muitos assuntos nos dão margem para discutir por horas..., dão inspiração para várias horas de escrita, mas por mais que demore, nunca chegarremos há algum lugar de fato..., entramos em terrenos abstratos e fantasiosos e por isso não podemos querer pisar em nada concreto!
Não vou continuar seguindo com isso..., não quero tornar a leitura de meu blog chata e pesada (embora acredite que abuso na maioria dos meus posts...)
Beijos à todos e votos de boa semana
Carpe diem
:: Postado por
Poetisa Solitária
às
23h08
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Trocando passos com a vida, parei e fiquei a pensar (é só o que faço esses dias), pensei em como tenho estado ausente de mim mesma nesse ultimos dias..., é estranho, aliás, tenho estado estranha..., o porquê é uma boa questão..., se ao menos eu soubesse...
Estava pensando, a maneira como escrevo aqui não dita exatamente como vivo, tento viver sem mostrar meus problemas (ao menos tento isso agora, no passado era diferente) tenho me percebido mais estranha do que o normal, é engraçado como uma parte de mim tem se escondido (de mim mesma), quaria saber o por quê dessa minha atitude..., não entendo, talvez esteja me refugiando de algo que não queira enfrentar, o problema é que esse algo não passa de dores do cotidiano...!
Na verdade hoje ue não tô realmente conseguindo colocar as idéias no papel, tá tudo tão confuso..., tão misturado em minha mente.., tá chato até!
Pra não acabar escrevendo besteira vou seguir um concelho que me deram: não escrever nada, então vou parar por aqui...
Ah, mas não esquecendo de outra idéia de algo p/ colocar no blog, vou escrever em baixo a sugestão da minha maninha Bru de algo p/ colocar aqui, eis algo escrito por ela...
"Este é um post especial p/ uma so pessoa.. uma q me conquista a cada dia, q sempre me faz rir, qdo estou xorando, akela q me escuta qdo estou brava... q me aguenta qdo estou irritada com coisas futeis.. q me faz compania qdo pode e qdo eu quero, pq afinal de contas nao aguento ela sempre ne..mas sempre q pode ta do meu lado me ajudando, me dando apoio... me provocando com certas coisas, mas q ate essas coisas, me fazem rir.."
O resto eu não colei aqui, aquela parte dos elogios tava mto "puxa- saco" rs!!! Mas é isso aê, td que vc escreveu Bru, eu coloquei aqui pq concordo e digo q é verdade, vc é uma das amizades q mais prezo, é uma das pessoas q mais me escuta, mas chega, vc sabe de td isso!
Agora vou indo!!!
Carpe diem
:: Postado por
Poetisa Solitária
às
00h58
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Arranjei um tempinho e vim aqui deixar algumas palavras... Tô em época de recuperação na escola..., não consegui escapar e fiquei em física, fazer o quê (?)..., é isso mesmo, agora estou assistindo aulas chatas e terei que fazer mais um prova! mas tudo bem... rs
Ai, ai..., abaixo seguem algumas palavras soltas que joguei em um papel ontem a noite e hoje resolvi passar para cá...
Os dias se seguem e o mais importante é que tenhamos paciência para obter tudo o que queremos em nossa vida. Muitas vezes as coisas se mostram difíceis mas nem por isso devemos parar. Temos de seguir sempre em frente, mostrar nosso potencial, mas não somente mostrar este potencial para as pessoas que estão ao nosso redor, mas sim e principalmente, mostrar esse poetencial para nós mesmos, temos de ter consciência do nosso valor! Não podemos fazer as coisas esperando algum retorno, por certo algo virá em nossa resposta, mas não podemos basear nossos atos no que queremos receber, paciência é fundamental no caminho das pessoas que buscam encontrar conforto e felicidade, por mais que as coisas sejam complicadas sempre temos de esperar o que está por vir futuramente. Já diz um velho ditado que depois da tempestade sempre vêm a bonança, pois bem, esperemos então que os dias tempestuosos de nossa vida passe para podermos aproveitar as vantagens desta espera, a bonança sempre virá, basta saber alcançá-la. Eu ainda não consegui, mas não canso de buscar. Se fazemos as coisas em função de um retorno, qualquer coisa que recebemos não estará bom, pois sempre julgaremos merecer mais, mas quando esperamos nossa recompensa sem viver em função desta qualquer coisa, por menor que seja o que recebemos terá um enorme significado e é aí então que encontramos os pequenos milagres do nosso dia-a-dia, são os mistérios escondidos em cada segundo do nosso cotidiano que dão sentido à nossa busca, o sentido que precisamos para seguir a estrada da vida, com todos os seus buracos e curvas!
Bom, por hoje é só...
Beijinhos à todos meus queridos visitantes, adoro ver comentários aqui, aliás, peço para aqueles que visitam meu cantinho e não comentam: se possível, deixem seus comentários, isso meu deixará muito feliz!
Carpe diem
:: Postado por
Poetisa Solitária
às
18h29
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As aulas finalmente chegaram ao fim. Mais tarde eu vou conferir as notas na escola, ver as médias..., embora já tenha certeza de que fiquei retida em física não me custa conferir...
Fim de ano, sempre tão bom..., e falando em fim de ano, meu emprego ainda não consegui, acho que estas provavelmente serão férias como as de sempre, iguais a à todas: sem o que fazer e intediantes dois longos meses pela terei! Sem ter o tumulto diário, sem ver o meu Alguém..., talvez isso seja bom, mas de certa forma me faz mal, é perigoso para meu ser não vê-lo, sentindo-o dentro de meu coração, embora saiba que vivo rodeada de sua ausência. Mas tudo bem, isto é apenas ago a ser superado.
O ano que vem será complicado, "decisivo", mas quando ele chegar, pensarei em seus problemas..., não vou ficar torturando minha mente por antecipação!!!
Ultimamente não tenho feito muitos poemas, por isso não tenho colocado aqui versos de minha autoria, mas como sempre, continuo lendo, e agora deixarei aqui um poema escrito por Cecília Meireles...
2º Motivo da Rosa
Por mais que te celebre, não me escutas,
embora em forma e nácar te assemelhes
à concha soante, à musical orelha
que grava o mar nas íntimas volutas
Deponho-te em cristal, defronte a espelhos,
sem eco de cisternas ou de grutas...
Ausências e cegueiras absolutas
ofereces às vespas e às abelhas.
E a quem te adora, ó surda e silenciosa,
e cega e bela e interminável rosa,
que em tempo e aroma e verso te transmutas!
Sem terra nem estrelas brilhas, presa
a meu sonho, insensível à beleza
que és e não sabes, porque não me escutas...
Beijos à todos
carpe diem
:: Postado por
Poetisa Solitária
às
11h15
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Pouco escreverei hoje... Sem inspiração, sem ânimo..., sem nada à dizer...
"Amar o perdido deixa confundido este meu coração.
Nada pode o ouvido contra o sem sentido apelo do não.
As coisas tangíveis tornam-se insensíveis a palma da mão, mas as coisas findas, muito mais que lindas, estas ficarão."
As sem razões do amor
Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no elipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Na falta do que escrever, eis que deixo para vocês poemas do grande poeta Carlos Drummond de Andrade!!!
Até depois (quando meu humor estiver um pouquinho melhor... rs)
Carpe diem
:: Postado por
Poetisa Solitária
às
14h25
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Este post não será grande..., escrevi demais no último post, e hoje também estou com pouco tempo...
Ah, tenho uma novidade legal, há um tempo atrás contei pra vocês que eu ia fazer o ENEM, nesta sexta eu recebi o resultado, fiz 90 pontos na parte de redação, fiquei super empolgada...
Bom, vou deixar um poema de Shakespeare...
O AMOR
Como imperfeito ator
que em meio a cena
O seu papel
na indecisão recita,
ou como ser violento
em fúria plena
A que o excesso de forças
debilita;
Também eu
sem confiança em mim,
me esqueço
No amor
de os ritos próprios recitar.
E na força com que amo
me enfraqueço
Rendido ao peso
do poder de amar.
Oh! sejam pois meus livros
a eloquência
Augures mudos
de expressivo peito,
Que amor implorem,
peçam recompensa,
mais do que a voz
que muito mais tem feito.
Saibas ler
o que o mudo amor escreve
Que o fino amor
ouvir com os olhos deve.
É, hoje será só isso mesmo..., tô pouco inspirada...
beijos e carpe diem
:: Postado por
Poetisa Solitária
às
12h53
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.:FRAGMENTOS:.
Perdida no mundo há 18 anos, desde o dia 02 de fevereiro sendo por tanto do signo de aquário. Atualmente vagando na cidade de São Paulo, retornando aos fins de semana para São Roque.
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