Depois de tanto tempo sem aparecer aqui acho que já ficou meio evidente que parei de escrever no blog..., acabei largando ele de vez...! Por várias vezes pensei em voltar a escrever, mas o tempo não ajudou muito, quando estou no computador acabo tendo de me ocupar com outras coisas..., com o tempo, quem sabe eu volte a escrever aqui, mas por enquanto não dá mesmo.

Daqui a alguns talvez nem mesmo internet eu tenha, estou de mudança! Depois de todos os estudos e vestibulares não entrei em nenhuma universidade, restou-me fazer cursinho e acabei decidindo-me por fazer em São Paulo e não na cidade que moro, embora planeje voltar para São Roque aos fins de semana, passarei a semana toda em Sampa, estudando por lá..., apartamento pequeno, arranjado quase que as pressas para apaneas um ano junto com três amigos..., computador precário e sem dinheiro para bancar internet, então, de uma maneira ou outra, não dá para ficar com o blog...!

Vou deixar a página no ar por enquanto, caso resolva voltar em menos tempo do que planejo e além do mais, deixo aqui esse post para informar àqueles que costumavam visitar o blog (embora ache que este já não receba lá grandes visitas em vista do abandono em que se encontra... rs)

 

com as neuras de sempre, aqui vou eu! Não vou começar a falar das neuras (que não são poucas, parecem aumentar cada vez mais), afinal não vou continuar atualizando!

 

beijos à todos!

   carpe diem

:: Postado por Poetisa Solitária às 22h31
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Minha inércia psíquica de tão inquieta e mutável já me toma a mente e já quase não me permite escrever, não quando o quero fazer..., as idéias sempre fluem, absorvem-me num torpor de pensamentos e lembranças, nada além de desejos e vontades escondidas pela vontade do tempo..., tudo agora já parece dizer apenas que "é tarde demais"..., mas tarde demais para quê?? Pensamentos me corroem como poucas vezes na vida, aliás, dessa maneira não me lembro de ter sido outrora corroída, as incertezas e medos me embalam..., "nada permanece inalterado até o fim" é o que diz a baladinha que toca agora em meu rádio, mas o que isso significa pra mim?? Já não sei, não sei... Não sei mais pra onde vou, nem mesmo quem sou, tudo está se tornando nebuloso, a imagem que antes observava refletida no espelho já não é a mesma que vejo agora, e o que muda (?) não é o físico que muda, não são os dias que passam, é o brilho que se inebria ao sabor do tempo que se arrasta, os sonhos talvez não tenham mudado, mas sem dúvida as perspectivas mudaram, aquela impulsionante vontade de criança agora já é fria num canto escondido do ser que se perde nas teias do destino. O que dizer não sei..., arrasto-me ao lado do tempo.

Alguém entendeu o que tudo isso aí disse? Eu, no fundo entendi, mas não quero tomar conhecimento (por enquanto) do que foi exposto!

carpe diem

 

enquanto isso, no rádio: Isabella Taviani

:: Postado por Poetisa Solitária às 20h30
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O tempo não tem colaborado muito para a minha freqüência aqui..., na verdade quando eu tenho um tempinho, tô tentando não acabar vindo parar na frente do pc..., tô meio paranóica e não tenho me distraído muito na frente do pc, acabo indo parar em site de faculs, de resumos p/ estudos..., tô meio pirada com esse negócio de vestibular a partir do mês que vem... rs
Tô meio sem saber o que escrever, meio sem querer pensar (coisa impossível), mas a  cabeça anda tão cheia que nem consigo pensar em nada específico, fico pensando em um monte de coisa ao mesmo tempo e não chego a lugar nenhum...
Ontem eu estava assistindo pela 7ª vez (realmente foram 7) o filme "As Horas" e me lembrei de uns rabiscos que fiz quando acabei de ver o filme, acho que na 4ª vez que o tinha visto...

"Sensação de potencialidade e o pensamento de ser este o início da felicidade... trágico engano; a felicidade não tem início, não tem fim, não tem controle; era aquele, pois, o momento de felicidade, todo ele, o presente, não o início, não o fim, apenas o momento..."

"Amar por toda uma eternidade, sofrer com  adistância da indiferença, tantos anos, tantas lágrimas,..., Tu, ó afortunada alma, o tivesse por toda a vida, para mim bastou apenas uma primavera e o reto pôde perdurar por todos os gélidos anos de solidão banhados pela sofreguidão do cálido sentimento."


dos rabiscos que fiz, esses dois foram os mais interessantes..., Por ora vou parar de escrever..., quem sabe volte logo...!

Carpe Diem

:: Postado por Poetisa Solitária às 16h19
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Dia de poucas palavras!

Me cansa ver como as coisas desmoronam. Tudo rui, sonhos planejados e arquitetados simplismente são postos no chão de maneira tão fácil  e rápida que chega a quase doer.

As pessoas têm a mania de achar que podem simplismente se intrometer na vida dos outros sem pedir licença, dizendo o que julgam ser melhor p/ sua vida..., mania de não conseguir ficar quieto, seja família ou não, cada um tem sua vida, que viva como bem entender!!!

Meu mundo esta virando pó, cercado apenas de fingimentos; fingimentos essencialmente meus, finjo tanto para mim mesma, minto para dizer que está tudo ok. Cansei de tudo isso!!!

--> Belo resumo do meu dia estafante!!!

 

Carpe diem

:: Postado por Poetisa Solitária às 20h40
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Depois de muito tempo ausente, atentendo pedidos de amigos visitantes e ouvindo minha própria vontade de escrever, aqui estou novamente, e volto com blog de cara nova!

Minha vida agora está mais corrida do que quando abandonei o blog, mas tudo é questão de organização...
Com o aumento de correria, minha neuras aumentaram o que me leva a escrever e por quê não continuara publicando meus pensamentos tortuosos?! rs
Em meio as neuras e o cansaço, estive pensando em tantas coisas, até que num belo dia escuto a feliz frase: "Jú, sua vida é um cabide" frase interessante..., engraçada até..., mas o que há de verdade na metáfora do cabide? - Há muito de verdade nisso, e vejo que nem somente minha vida é um cabide..., mas antes de generalizar as coisas, vou explicar o que significa exatemente ter a vida comparada a um cabide: Vamos vivendo dia após dia, tentando fugir do marasmo sufocante, querendo aproveitar ao máximo e dando valor a cada minuto, mas os dias vão passando e temos dificuldade em deixar as coisas para trás, vamos pindurando os fatos passados num cabide que seria a própria vida, pinduramos e guardamos, vamos empilhando fatos por não conseguir nos livramos deles, até que num pelo dia abrimos o armário de nossas vivências, pegamos um cabide empenado de tanto peso e reviramos ele inteiro, observamos com cuidado peça por peça do quebra-cabeça de nossa vida, vuslumbramos os momentos que passamos e sempre tem aquele que nos causa mais saudade no momento que estamos vivendo, pegamos então aquela peça largada no cabide e a vistimos, não largamos o passado e queremos viver o presente, acabamos fazendo do momento futuro uma vivência do nosso passado naquele momento presente..., depois ficamos reclamando que a vida está tumultuada, complexa...! A grande questão é não largar os momentos passados, carregamos o peso do mundo na costas, mas na verdade carregamos o peso dos nossos próprios atos, o peso das coisas que vivemos e que gostaríamos de ter vivido, surge então a tentativa de melhorar as coisas, mas o momento é único, a chance já foi perdida e refazer o passado não é a melhor saída, complicamos tudo que já estava confuso...! Em meio a tantos devaneios cheguei a conclusão de que realmente minha vida é um completo cabide, aliás, minha vida é um armário, cheio de cabide abarrotados de passados guardados, a cada momento escolho um cabide para revirar em minha memória, para dar um jeito de reviver algo que me traz saudade, ter lembranças é ótimo, se elas não passarem de lembranças, mas quando buscamos o que foi perdido p/ reviver aquele momento sem nos darmos conta de que não trará bons frutos as coisas se tornam mais dolorosas do que realmente eram. É lógico que não há mau algum em buscar melhorar os atos passados em atos futuros se não vivemos atralados ao que já vivemos, mas quando deixamos de viver ou nos enganamos para reviver o passado, exatamente da mesma forma passamos a nos machucar, a nos enganar e a magoar quem fez parte daquele passado. As vezes temos de renovar nosso armário...
Gostaria de deixar meus cabides de lado, não me prender sempre as mesmas coisas, é triste se pegar fazendo sempre as mesmas coisas, se surpreender mentindo para si, tentando fugir de um presente se escondendo num passado. Nunca temos certeza de nossos atos, não há mau algum em se arrepender, mas até que ponto esse arrependimento é real, até que ponto não estamos fazendo um joguete daqueles que fazem ou fizeram parte da nossa vida?? As perguntas ainda martelam minha mente, as respostas ainda ecoam por meus pensamentos. sentir falta daquilo à que se abdicou é doloroso, principalmente quando não se quer voltar atrás por teimosia, ou por medo; doloroso é abrir mão de algo que trazia felicidade simplismente por incertezas vis de uma vida tumultuada, hoje resta a certeza de que atualmente foi a melhor decisão, mas será que era realmente o melhor caminho, ou foi apenas o caminho mais fácil e as certezas de hoje vieram apenas de um forçada adapatação? os labitintos traçados por meu eus me confundem..., me perdi e já não sei mais onde me encontrar....

"Sinto que não esqueço as pessoas com quem estive porque cada uma tem qualidades específicas. não dá pra substituir ninguém. O que foi perdido está perdido..." (Antes do Pôr-do-Sol)

Já devaneei demais e tudo isso ficou confuso...
Até breve.

Carpe diem

:: Postado por Poetisa Solitária às 20h37
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Passada rápida para informar que em breve o blog estará em plena atividade!!!

Carpe diem

:: Postado por Poetisa Solitária às 00h06
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Como já deu pra perceber eu estou realmente sem tempo de aparecer aqui..., tão triste isso, me fazia tão bem escrever aqui..., mas não está dando pra aparecer aqui mesmo..., então tô aqui só pra avisar que temporariamente estou encerrando as minhas atividades aqui no blog, não vou encerrar a página, apenas estou comunicando que vou continuar não escrevendo aqui por um tempo um tantinho longo, mas como penso em não abandonar de vez, não vou fechar a página, quem sabe daqui pro final do ano eu não consigo um tempo pra retomar o blog...

para os amigos que visitam o blog, aviso que se quiserem me encontrar, ainda dá pra me encontrar no msn (não com muita freqüência), no orkut e no e-mail. Os endereços estão aqui ao lado...!

 

carpe diem

:: Postado por Poetisa Solitária às 22h10
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depois de séculos sumida, estou aqui, completamente sem tempo, só pra dizer que não abandonei isso aqui não..., só estou sem tempo...!!

quando der eu apareço com tempo...

carpe diem

:: Postado por Poetisa Solitária às 21h48
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O cantinho aqui está cada vez mais abandonado..., já quase não tenho tempo de vir aqui, está difícil conciliar aulas, estudos, namorado, tempo pra mim mesma, leitura, descanso..., tá tudo tão corrido!!!
Nesse fim de semana quase não durmi, acordei cedo sábado para mais um simulado na escola, voltei pra casa, estudei um pouco e saí no final da tarde pra só voltar na manhã do dia seguinte, foi uma noite muita boa, apesar de todo o cansaço não tenho do que reclamar, tinha tempo que não me divertia tanto, estava precisando mesmo descontrair, sair, beber com os amigos, rir das palhaçados, das próprias trapalhadas..., e a diversão foi longa e só acabou as 7hras da manhã..., e o sono que também é importante, esse continuou prejudicado porque só durmi umas cinco hras e a vida começou de novo, fim de tarde com cinema..., mto bom, e que hras fui chegar até minha cama (?) pra variar um pouco, lá pela meia noite e tantas...!!! Não me arrependo!!! rs
E a visa vai seguindo, cansada como sempre e irremediavelmente confusa como sempre, mudar (?), já desisti disso, tô seguindo e deixando correr pra ver no que vai dar, e nessa vou cada vez mais envolvendo quem talvez acabe por se machucar, mas estive pensando, o que vale mais, sair de uma história machucado, mas tendo na lembrança os bons momentos ou manter-se intacto sem nada ter vivido? Ninguém gosta de se machucar, eu não gosto de sofrer, mas ainda assim prefiro mil vezes chorar e sofrer do que não viver, seguir intacta sem nenhuma ferida no coração, a vida foi feita para ser vivida, com todos seus altos e baixos! Não somos responsáveis pelas dores de ninguém, pois a probabilidade de machucarmos alguém é igual a probabilidade de sermos machucados, pode parecer uma visão egoísta, mas não é, do mesmo jeito que há a possibilidade de ferir um coração alheio e fazer esse sangrar de dor, há também a possibilidade de sairmos feridos, e quando aceitasse assumir uma relação, pode se esperar que as dores venham de amabos os lados; por mais que pense assim, ainda me sinto culpada pela dor alheia, tenho medo de causá-la, mas quantas vezes já não chorei sem nem mesmo imaginar que cairia tão fundo, mas mesmo assim, me ergui, não quero pensar que posso magoar alguém, mas é impossível não pensar nisso se tantas vezes meu pensamento é tomado pela lembrança do outro que há muito já deveria ser passado, e realmente é assim que encaro os fatos ligados a ele, como se tudo fosse passado, mas ainda sinto pontadas dentro do meu coração, não imagiava que tudo fosse sumir de uma hora para outra, dois anos de lágrimas não evaporam de um coração tão rápido assim, mas não queria que ele ainda povoasse meus pensamentos com tanta freqüência, tenho alguém do meu lado que me ama, e que apesar de sentir um medo inexplicável desta afirmação, também amo, mas nada é completo, queria fosse, não aceito as coisas como elas estão, sou inquieta, impulsiva e inconstante demais para permitir que as coisas fiquem assim, não sei o que fazer... ohh, grande novidade...!!! Uma saída eu encontrarei, e não quero sair magoada disso tudo, mas quero menos ainda magoar aquele que está ao meu lado, não estou me enganado, não o estou enganado, não estou fingindo tudo que digo que sinto, gosto dele, mas ainda sinto fastasmas do passado assombrando minha vida, queria poder seguir adinate sem carregar as sombras do passado..., apenas não sei como, sempre acabo por lançar um lânguido olhar para trás... e isso me dói!!
Mas a vida não exige explicações nem cede momentos fáceis, e dure o tempo que durar, tome o rumo que tiver que tomar, aqui estou, vivendo com a máxima intensidade possível!!!

carpe diem

:: Postado por Poetisa Solitária às 22h23
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" Meu coração está feliz por causa de você / Minha vida mudou de vez, depois que você chegou / Sou outra pessoa, uma pessoa bem melhor / ... / Você sabe me fazer feliz / Eu quero pra você, o melhor de mim..." ( Ana Carolina - O Melhor de Mim)

Dessa vez eu realmente fiquei muito tempo longe daqui..., quase 15 dias...., tanta coisa aconteceu durante esse tempo..., talvez nem tenha sido tanta coisa assim, mas o suficiente para me tirar de minha pacividade habitual, o suficiente pra me fazer acordar, o suficiente pra me botar em muitas horas a fio em reflexão, o suficiente pra me fazer sentir-me feliz!!!
Depois de tanto tempo ausente, acho que vou colocar alguns trechinhos de textos que escrevi ao decorrer desses dias passados, textos falando de mim pra mim mesma, que me ajudaram em minha reflexão...!

   ...E agora, o que dizer do que a Vida tem feito da nossa vida? Os primeiros passos foram dados e nada foi feito para mudar, encara-se então os fatos e vislumbra-se a possibilidade de ferir alguém que não merece sofrer... Pensar, pensar e ver o que realmente acontece antes de permitir que as coisas se compliquem mais ainda... A mente pensa e o coração ajuda, põe-se os fantasmas de lado e ouve-se o âmago proferir seu desejo de viver feliz e completo, dá-se então pela primeira vez uma chance de realmente ser feliz, e se a tentaiva for vil, ao menos houve a iniciativa! De tudo que restou observa-se o torpor da felicidade sentida nos últimos dias e afasta-se o real Fantasma  que realmente assombra-se e que ainda me afeta um pouco, mas quando se entra num relacionamento não pode-se permitir trazer sofrimentos passados. de fato tudo começou como uma brincadeira e ainda fico ofegante perto dele, mas se só tinha a intensão de brincar deveria ter terminado com tudo antes, agora é tarde mesmo porque a vontade de se envolver e sentir-se envolvendo foi mais forte, agora a brincadeira tornou-se séria e o gosto de bem-querer mútuo me adoça a vida, a alma, o coração...!...
... O mundo dá tantas voltas e nem mesmo percebemos o quanto a vida muda em questão de segundos, mas num ser onde o poder de "se acostumar" é grande, como saber até onde a realidade foi (?)... A humanidade precisa aprender a viver os bons momentos sem pensar no depois, e se o arrependimento vier, que venha depois de bons momentos para que as lembranças sirvam de consolo. Depois de atravessar tantos infernos, o aprendizado e a alegria surgem, ornados, é claro, com muita ilusão! Não quero pensar em nada..., e que a impulsividade guie meus dias...!


Foram tantos pensamentos perdidos dentro de outros pensamentos..., tantos momentos, tantas horas compartilhadas, tantos medos..., Mais confusa do que sempre, foi assim que me senti nesses 15 dias que estive ausente, realmente confusa, com medo dos meus atos, com receio do que estaria para acontecer.., mas enfim, a impulsividade falou, a incontância ajudou e aqui estou eu, alegre e deixando que as coisas corram como um galho solto ao sabor das correntezas do rio..., queria estar mais certa de tudo, ter certeza completamente de tudo que se passa em minha mente e coração, mas já não faço disso um item fundamental do meu cotidiano, tô vivendo bem assim, e por mais que a presença fantasmagórica daquele que foi (e de certa forma ainda é) minha fonte de sofrimento ainda me perturbe, sei que vou superar isso. tenho minha mente tranquila, sei que não estou enganado ninguém, estou sendo sincera comigo mesma e com aquele que está ao meu lado, e por enquanto isso basta! Sou contra a idéia de que nada melhor para curar um velho amor do que um novo amor, mas as coisas foram acontecendo, um dia atropelando outro e aqui estou, já se passou um mês, não diria que curou, nem direi que irá curar, digo apenas que as coisas começam a ser vistas por outra ótica...
É apenas isso, já não quero mais continuar escrevendo essas linhas de raciocínios tortuosos, e também não quero tentar enteder tudo o que aconteceu neste último mês..., já pouco importa!

Carpe diem

:: Postado por Poetisa Solitária às 15h25
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Tive ausênte por tanto tempo..., não tive tempo realmente de aparecer por aqui, me envolvi num projeto de redação da CGU que me roubou todo meu tempo, não só o tempo livre, todo tempo mesmo, pensei nisso 14 ou 15 horas do meu dia desde sábado da semana passada, veio o feriado e finalmente acabei, quando pensei em descansar, tive que ir trabalhar na sexta e no sábado..., mas tudo bem..., é a vida, quanto mais ocupada melhor, e mesmo assim consigo tempo para minhas neuróses... confusão lasciva assume minha mente, tanto tempo para refletir, tantos acontecimentos vivenciados... Tantos caminhos sem saber que direção seguir, não posso dizer que esses últimos 14 dias não foram bons, sim, foram inesquecíveis, mas até que ponto fui feliz? Até que ponto vivi cada momento com completa alegria? Não direi que não vivi intensamente, pois fiz isso a cada segundo de beijo compartilhado, a cada minuto de conversada passada, a cada hora de ausência sentida, aproveitei tudo o máximo que pude, mas até que ponto fui eu mesma? Sei que posso fazer com que as coisas se encaminhem exatamente pelo caminho que quero, e é apenas disso que tenho dúvidas, qual o caminho que quero viver? Estou bem, estou feliz e é tão bom me sentir assim, mas durante as manhãs, período do dia em que mais permito que minha mente viaje em meus devaneios, ponho-me a pensar, tantas coisas se passam em minha mente, gosto tanto de estar atravassando esse momento que estou, mas de repende fico sabendo de alguma coisa que me afeta tanto, mais do que deveria afetar, é interessante pensar que mesmo depois de tanta coisa passada, de tanta dor sofrida eu ainda largaria tudo de bom e concreto que tenho para me aventurar por algo que diga respeito à alguém que sei que não vale a pena, que tanto já me magoou; queria tanto viver por completo, mas como se por mais feliz que me sinta percebo que jogaria tudo pro alto por mais uma tentativa de te ter ao meu lado? Como posso dizer que estou vivendo algo completo?? Milhões de coisas se passam em minha mente, e sempre afasto esses pensamentos nebulosos que me assombram, já se passam duas semanas e seja lá o que estou vivendo se torna cada vez mais concreto, continuo deixando o barco correr, quero ver onde vai ancorar, mas até quando vou esperar, me enganango e iludindo alguém, a questão é que não é apenas ilusão, tem tanta coisa real nisso tudo... Vou me perder nessa possibilidade de ser feliz, mas até quando? O tempo, o espaço..., tudo isso deixa de ter importância, uma hora as coisas entram em seus eixos, e nada mais vou fazer para colocar meu mundo de volta nos trilhos, que o destino assuma esta missão, nada tentarei, a impulsividade que fale mais alto em mim por mais uma vez, e que a passividade inerte tome conta de todo o resto, o que tiver de ser será, nada acontece completamente por acaso, então, que seja trilhado o melhor caminho, e se não for o melhor caminho, que seja um que não me faça arrepender-me de nada...

Já escrevi demais..., já me perdi, já me encontrei, já viejei, já surtei..., já voltei a ser o que sempre fui...

 

Carpe diem

:: Postado por Poetisa Solitária às 00h18
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Como sempre, estive ausente daqui durante a semana, mas eis que aqui estou novamente!!!
Tô com tanto sono, tanta dor no pé..., saí ontem, festinha a fantasia, como sempre quase ninguém fantasiado, inclusive eu... a festa tava muito boa, boa banda..., boa música..., e o fim do baile então..., sem comentários!!! rs...

Semana cansativa, tive prova ontem de novo, acho que tô de recuperação, mas blz, é a vida...  E falando em vida, a minha continua com as mesmas  confusões de sempre, os mesmos medos, as mesmas trsitezas, tô tão cansada disso..., Não quero me importar com o que me importo, as pequenas coisas, a ausência que sinto, a falta que me faz..., queria que tudo fosse diferente, mas o que já foi é passado, não podemos mudar o que já aconteceu, é seguir em frente, levantar, sacodir a poeira e bola pra frente..., depois de dois anos a queda se torna cada vez mais dolorosa e a cicatriz ainda não fechou, mas tudo bem, tudo passa e tudo pode ser superado se assim quisermos... Andei confusa nas últimas duas semanas, mas confusa do que o normal, querendo refugiar em alguém, mas com o medo de magoar alguém que é especial, então, depois de muito refletir, percebe-se a real diferença entre querer sentir a presença de alguém e querer ter alguém ao lado simplesmente por sentir o ego massageado. Sei agora o que sinto, ao menos nesta questão. Quem não gosta de se sentir querido? Se sentir com o ego inflado? Pois é, eu preciso disso as vezes, e sei aonde posso encontrar isso, mas tudo tem um limite, e esse limite chega quando percebemos a possibilidade de magoar alguém, por mais que tenha a necessidade de ouvir palavras doces dirigidas a mim, também tenho a vontade de conhecer-te, mas não agora e principalmente, não da maneira que pensava. Acontecimentos recentes me fizeram ter essa visão...
Hoje eu estou feliz, com toda a melancolia, o medo, as dúvidas que se passam em mim, estou realmente feliz, com um sorriso nos lábios o dia inteiro..., emoções novas são tão empolgantes, sei que o que estou fazendo é apenas me enganar quando tenho uma oportunidade, mas mesmo que esteja me enganando, aproveitarei enquanto esta real ilusão estiver presente em minha vida..., o coração e a razão sempre entram em conflito, mas há momentos que o coração e a razão se unem para findar, mesmo que temporariamente, a sofreguidão lasciva já tão costumeira.
No momento acho que já não estou com muita inspiração para escrever, estou com a cabeça tão distante, pensando na noite anterior, ou melhor, na manhã de hoje..., tão bom se divertir...

Sem promessas de quando volto para pôr um post com mais conteúdo, fico por aqui mesmo...

carpe diem

:: Postado por Poetisa Solitária às 19h58
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Completamente sem saber o que escrever, tô tão cansada, já ingeri a maioria das coisas que tem cafeína hoje, já comi maçã, já tomei café, chá, chocolate, tudo, tô meio dopada..., em pleno sábado, lá estava eu, acordada, 6:30 da manhã, depois de ter ido dormir uma e pouco da madrugada, e tudo isso por quê (?) porque tinha que ir pra escola fazer prova, provinha básica, 80 questões..., mas é a vida...!


Tô tão confusa que não vou ficar pensando sobre o que escrever, simplesmente vou deixar as palavras e o assunto fluírem... Novidades surgem em minha vida, coisas que tem tudo para dar certo, que me fariam bem, mas como sempre, bate aquele medo lá no fundo, aquela sensação de dúvida, mas o que já foi feito não pode ser cancelado, não neste caso, não nesta altura dos acontecimentos! Na verdade nem quero cancelar..., vamos deixar o barco correr e ver no que vai dar..., só tenho medo de magoar alguém especial...

De repente meu tempo ficou curto, vou ter que sair antes do que tinha planejado, ou seja, não posso continuar escrevendo, então volto amanhã, para continuar filosofando...

Já que quase não escrevi, vou deixar aqui algumas palavras dedicadas à mim por alguém especial. Palavras tão bonitinhas...

se eu não existisse na terra neste momento
eu desistiria da eternidade para tocá-la
pois eu sei que você me sente de alguma maneira
você é o mais perto do paraiso do que sempre desejei
e desejo ter em minha existêcia
e eu não quero ir embora para casa agora
pois é esse momento que encontro para
escrever para ti, que me faz me sentir carinhosamente bem
e tudo que eu sinto é este momento
e tudo que eu desejo é respirar é sua vida
pois mais cedo ou mais tarde isso poderá acabar
pois me sinto fraco ao pensar que podes desistir
de sentir meu carinho...
e eu não quero sentir sua falta essa noite
espero que consigas resolver isto para os meus sentimentos
pois não quero sentir sua falta essa noite
quero saber o que estais sentindo,
saber o que estais pensando
e eu não quero que o mundo me veja se você se for
por que acho que meus sentimentos
com o mundo não se entenderiam
sei que na vida tudo não é feito para durar para sempre
mais, eu so quero que você saiba quem eu sou
e você não pode lutar contra as lágrimas que não estão vindo
ou do momento da verdade em sua mentira
e eu sei que não preciso sangrar para saber que estou vivo.
sentir e saber como sei que tenho você em meus pensamentos e ter
esperanças
de ter-te
um dia em minha vida, meus sentimentos me falam que estou
cada vez mais vivo!

Bom, agora tenho que ir...

carpe diem

:: Postado por Poetisa Solitária às 20h03
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Por enquanto estou pouco inspirada para escrever..., sem muito o que falar...

Talvez até tenha o que falar, só não queira escrever agora, não estou querendo escrever agora, não quero expor o que se passa em minha mente, o que tem se passado em minha insana mente por toda essa semana, talvez eu volte aqui amanhã para contar tudo, conta à minha maneira, é claro... rs

Ah, assisti um filminho que recomendo: "Antes do Pôr-do-Sol" é um filme muito bonitinho, e que me fez parar pra pensar um pouco, não exatamente na história dele em si, mas nas coisas que são ditas nele...

Bom, poeminha feito por mim novamente...

Saudades

Agora chove lá fora...
Aqui dentro tem uma alma que chora
Da crueldade da vida
Por todas as suas feridas 
Agora mais abertas do que nunca
Por meu sofrimento
Quantas noites perdidas de sono
Quantos dias me senti no abandono
Pelo meu amor não correspondido
Pelo meu sonho jamais vivido
Pela sua indiferença, seu desamor
O tanto que essa alma chora de dor

Lá fora uma tempestade
Aqui dentro  esta saudade
Que vontade de te ver...
Eu queria dizer não vá embora...
Você foi a razão da minha alegria
Tantos momentos bons em que eu pensei em você...
Mas hoje é só mais um dia
Que passo sem te esquecer
Como passo agora pela vida?
Como tudo será?
Como vou ficar?
Tudo vai ser diferente!

Esse amor que nasceu em um dia de sol de setembro
Agora termina em uma chuvosa tarde de maio
A batalha está perdida
Não sei como continuar a minha vida
Antigamente você era a razão para viver
Mas agora você é minha razão para sofrer
Só quero ficar aqui, vendo a chuva escorrer pela vidraça
Tudo sem você não tem graça
Agora faz sol lá fora
Mas aqui dentro a tristeza ainda mora
Um sonho não realizado
Mais um amor guardado
Sei que não vai ser fácil te esquecer

A vida ainda te mostrará
O que eu tentei tantas vezes falar
Não sei o que há de errado em um sentimento tão singelo
Em um sentimento tão belo
Comigo o amor foi cruel
O que parecia doce como mel
Acabou com o gosto amargo da saudade
Acabou com a minha felicidade
Sei que não deixarei de pensar em você
O tempo para mim não será remédio
A cada minuto que passa
Sei que ainda vou te amar
Vou tentar seguir em frente
Mesmo te amando até o final da eternidade...

 

 

Carpe diem.

:: Postado por Poetisa Solitária às 19h27
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"As vezes ando só, trocando passos com a solidão. Momentos que são meus e que não abro mão..." (Pra Rua Me Levar - Ana Carolina)

Essa semana, acho que na terça-feira, estava me sentindo meio pra baixo, como se faltasse alguma coisa (bom, sempre sinto isso, mas foi algo mais forte, insitente), enfim, saí andando meio que sem rumo, pra tentar relaxar, ficar sozinha comigo mesma, continuei andando e acabei indo parar num canto meio isolado da minha cidade, uma antiga estação ferroviária que já nem funciona mais, só serve de posto pra guarda municipal, mas enfim, fui parar lá..., fiquei um bom tempo sentada, é um local alto, dá pra ver o centro da cidade, e lá fiquei durante quase uma hora, sentada num meio-muro perdida em meio aos meus pensamentos..., conclusões (?), não, não cheguei a nenhuma conclusão, também, acho que não estava à procura de nenhuma resposta, há muito tempo desisti de tentar entender a vida, os acontecimentos. Foi bom passar esse tempo inerte, perdida em um lugar qualquer de mim mesma, pensei em coisas que me afligiam (e ainda afligem), pensei em coisas banais (que sempre existirão), pensei em problemas (que sempre parecem não ter solução) pensei em tanta coisa, limpei minha mente que apesar de continuar cheia, ficou um pouco mais leve...
Pedaços fragmentados daqueles minutos e de todo aquele dia ainda estão presentes, algumas dúvidas permaneceram..., mas qual o problema?

"Eu só me encontro quando de mim fujo" (Fernando Pessoa)

Hoje (?), bom, hoje estou como sempre estou, tentando acreditar que está tudo bem, acreditando nisso, mas sem ter a certeza disso, em minha vida me limitei a ter poucas certezas, nada parece ser concreto, mas as vezes é necessário um porto seguro, um pouco de terra firme para pisar e me sentir segura... Segurança? O que exatemente é isso? Conceito tão abstrato....


Enfim, vou colocar aqui um poeminha que fiz há um bom tempo..., talvez alguém aqui já o conheça, lembro-me de tê-lo postado no meu antigo blog...

Para o Fundo

Aqui estou novamente
chorando e sangrando por você,
vertendo lágrimas de sangue
quando imaginei ter superado
Acreditei que era passado
mas dentro de mim a dor
insiste em estar presente...
Há pouco acreditei ter alcançado
o mais fundo que suportaria
Agora o martírio continua
e estou mais uma vez
ind ara baixo
Isso me dói e apenas digo;
"Estou bem"
Os pensamentos estão sempre
se confundindo e assim
não consigo mais confiar em mim
Já estou morrendo novamente
por querer-te junto a mim
E apenas penso em como o tempo
passou rápido, só deixando a certeza
de que não pode retroceder, nem parar,
pode somente dar-me a chance de vivê-lo,
mas sem você está difícil
Talvez eu acorde ao menos uma vez
depois de tanto sentir-me sufocada
Eu preciso respirar, não posso continuar
indo para o fundo
enquanto morro pela dor
afogando-me nestas lágrimas
vertidas por este vil amor.

 

É interessante que por mais que saibamos, não importa, as coisas nunca acontecem do jeito que têm que acontecer, do jeito que sabemos ser o certo, da maneira que queremos que seja... Sofrimentos, dores, sempre tão presentes, sabe-se que apenas lamentar não resolve nada, mas é um caminho tão obvio..., algumas coisas parecem lógicas, mas os sentimentos desconhecem a razão, fogem do que parece lógico, e sempre se encontra uma justificativa por estar vivendo, sentindo ou pensando algo que se sabe não ser muito "saudável". Algumas coisas são como são e sim, podemos mudá-las, mas nem tudo é simples como parece ao ser falado, mas também nada é tão complicado como nos parece quando começamos a tentar pôr os planos em práticas... É necessário que se ache um meio termo...

Vou tentar encontrar tempo para postar de uma forma melhor durante a semana...

Carpe diem.

 

:: Postado por Poetisa Solitária às 21h57
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.:FRAGMENTOS:.

Perdida no mundo há 18 anos, desde o dia 02 de fevereiro sendo por tanto do signo de aquário. Atualmente vagando na cidade de São Paulo, retornando aos fins de semana para São Roque.

Solitária sim, mas sozinha nunca; trazendo sempre uma companhia que se faz presente mesmo quando distante... Tati, Carol, Bru, Gi, Jão, Marcos, Mabi... amigos que de tão amigos alguns passaram à irmãos, sem esquecer as duas pérolas que já me surgiram como irmãs... Jessica e Paloma.

Fragmentos de um eu, espalhados e unidos, dizendo um pouco do que não há para ser falado, um "Eu" que sei de cór enquanto desconheço. Uma simples face dos muitos "eus" existentes em mim... uma pessoa calma que acha que a coisa mais bonita do mundo são os bebês; que gosta bastante de conversar, mas prefere escutar; que adora andar sem rumo e ter seus momentos de reflexão; superficialmente acha que brincos são indispensáveis, adora perfumes e gosta de suas unhas cumpridas, mas numa forma geral gosta do estilo básico do tipo jeans sempre que possível; um espectro que sempre pensa no computador como algo estressante mas passa horas na internet. Um ser que odeia falsidade e não gosta de se sentir obrigada a fazer algo; acredita numa deidade superior mas não tem uma religião definida, embora se interesse por wicca e assuntos místicos em geral. Apenas um ser incompreendido inclusive por si mesma, não num plano superficial, algo que vai além do que possa ser visto e as vezes até mesmo sentido; um ser solitário, não de uma solidão carnal, não uma solidão que se funde na carência, uma solidão que vem da alma, do âmago, do nascer, viver e morrer só, mesmo rodeada de pessoas mil.



* Leitura, eis um dos vícios... poemas, textos, citações de Vinícios de Moraes, Florbela Espanca, Clarice Lispector, Shakespeare, Elisa Lucinda. Bons livros... "As Brumas de Avalon"; "Na Margem do Rio Piedra eu Sentei e Chorei"; "O Mundo de Sofia"; "A Senhora de Avalon"; "Onze Minutos"; "Uma Vida Interrompida"; "A Sacerdotisa de Avalon"; "Veronika Decide Morrer".

* Filmes, um passatempo com algumas predileções...: "Um Amor para Recordar"; "Doce Novembro"; "Moulin Rouge"; "A Rainha dos Condenados"; "As Brumas de Avalon"; "O Fabuloso Destino de Amelie Poulain"; "A Fantástica Fábrica de Chocolate"; "Em Busca da Terra do Nunca"; "Antes do Pôr do Sol".

* Música, eis outro vício, acompanhantes na longa caminhada... trilhas de uma vida... Ana Carolina: "Quem de Nós Dois", "Confesso", "Pra Rua Me Levar", "O Avesso dos Ponteiros", "Nua", entre tantas outras. Alanis Morissette: "You Learn", "You Oughta Know", "That I Would be Good". Enya: "Only Time". Adriana Calcanhoto: "Metade", "Vambora". Nightwish: "End of all Hope", "Wish I Had an Angel", "Forever Yours", "Dead Boy's Poem". Gal Costa: "Só Louco". Marisa Monte: "Não é Fácil". Legião Urbana: "Quase sem Querer". Kid Abelha: "Como eu Quero", "Nada Sei", "Peito Aberto", "Lágrimas e Chuva", "Eu não esqueço nada". Zélia Duncan: "Improvável". Within Temptation: Our Farewell" Entre muitas outras músicas, predominantemente mpb's.

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.:REFLEXOS DO MEU EU:.

"A vida humana pode ser resumida em três fatos importantes: nascer, viver e morrer. Mas o homem não se sente nascer, sofre ao morrer e se esquece de viver" (La Brujère)

"Nada dura para sempre, só restam as lembranças, mas nem estas são eternas." (Poetisa Solitária)

"Embora a fraca natureza nos leve a chorar, a razão sorri das lágrimas da tristeza." (Livro: Romeu e Julieta)

"Lamentar uma dor passada no presente, é criar outra dor e sofrer novamente." (W. Shakespeare)

"As vezes ando só, trocando passos com a solidão, momentos que são meus e que não abro mão..." (Música: Pra rua me levar)

"Se só o medo nos parou pra talvez não recomeçarmos, se tudo que tivemos não poderia continuar" (A. desconhecido)

"...Todo milagre, toda maravilha torna mais fácil a minha solidão. E todo esplendor pra mim é vão. Porque eu não sou perfeição. (Ana Carolina)

"Como a areia na ampulheta, assim são os dias da nossa vida." (série: Gilmore Girls)

"Sinto que não esqueço as pessoas com quem estive porque cada uma tem qualidades específicas. Não dá pra substituir ninguém. O que foi perdido está perdido." (Filme: Antes do Pôr-do-Sol)





.:ETC:.

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